Tecnologia do Blogger.
facebook twitter instagram pinterest bloglovin Email

DIÁRIO DO AGRESTE



Um defende facilitar o porte de armas para todos, diminuir a maioridade penal e priorizar relações diplomáticas do Brasil com Israel, Estados Unidos e Europa. O outro quer reduzir a presença de armamentos em todo o país, fazer com que a pena de prisão só valha para crimes graves e propõe retomar o foco da política externa na América do Sul e África.

Em termos de propostas políticas, Jair Bolsonaro (PSL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão em lados opostos na disputa eleitoral. Mas Marcos Alberto Monteiro, de 51 anos, está disposto a saltar de um “extremo ao outro” na eleição presidencial de outubro. E ele não é o único – integra os 6,2% de eleitores do petista entrevistados pela última pesquisa CNT/MDA que dizem que migrariam o voto para o deputado caso a candidatura do ex-presidente seja cassada com base na Lei da Ficha Limpa.

Motorista há 23 anos, Monteiro nasceu na Paraíba e atualmente mora em Brasília. Argumenta que tem simpatia pelo ex-presidente porque sua família, que mora no interior da Paraíba, melhorou de vida durante os dois mandatos do petista.

“Todo mundo ficou com televisão e internet em Catolé do Rocha. E botaram energia em todos os sítios”, justifica. Durante os dois mandatos de Lula (2003 a 2010), anos de crescimento econômico na América Latina como um todo, foram adotadas medidas de acesso ao crédito e estímulo ao consumo interno, além de programas de transferência de renda.

Mas Monteiro deixa claro que gosta especificamente de Lula – não tem simpatia especial pelo PT, não se considera de esquerda e acha que a situação do país voltou a piorar durante o governo Dilma Rousseff.

“Eu voto na pessoa dele (Lula). Não é o partido. Se ele indicar outra pessoa, eu já não voto. Se Lula não for candidato, eu voto no Bolsonaro”, afirmou à BBC News Brasil.

Na última pesquisa CNT/MDA, divulgada no último dia 22, os entrevistados que tinham Lula como primeira opção foram questionados sobre em quem votariam caso o ex-presidente seja impedido de concorrer, sendo substituído pelo ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), atual vice na chapa.

Nesse cenário, metade dos eleitores de Lula entrevistados se disseram indecisos ou inclinados a votar em branco/nulo. Da outra metade, 17,3% votariam em Haddad, 11,9% iriam para Marina Silva (Rede), 9,6% apostariam em Ciro Gomes (PDT) e 6,2% responderam que, se o líder petista não concorresse, migrariam o voto para Bolsonaro. Na prática, o deputado do PSL ganharia 2,3 pontos percentuais.

O que explica essa migração de votos de um candidato visto como de esquerda para outro de direita?

Voto não-ideológico e preocupação com a violência nas ruas

Cientistas políticos ouvidos pela BBC News Brasil afirmam que há uma lógica por trás da migração de eleitores de Lula para Bolsonaro.

Segundo o professor da Universidade de Brasília (UnB) Lucio Rennó, o perfil desse eleitor é o de pessoas de classe média e classe média baixa que sentiram melhorias no governo Lula, mas que não são de esquerda, nem têm compromisso de lealdade com o PT.

Ao mesmo tempo em que enxerga no ex-presidente a lembrança de tempos melhores, essa parcela do eleitorado se identifica com o discurso de Bolsonaro em prol da “ordem” e da “tolerância zero” com o crime.

“É uma parcela do eleitorado que vive nas periferias e que está descontente com a classe política por conta dos escândalos de corrupção e dos altos níveis de violência que afetam, principalmente, as áreas periféricas”, diz Rennó.

“Quem tem conseguido dialogar diretamente com esse eleitorado é Jair Bolsonaro. Ele fala a língua desse eleitorado e faz isso com naturalidade.”

O perfil de quem migraria de Lula para o Bolsonaro é diferente daquele dos eleitores cativos do deputado que, segundo as pesquisas de opinião, são sobretudo pessoas com ensino superior e renda alta.

Morador de Taguatinga – região administrativa de Brasília com 250 mil habitantes –, Marcos Alberto Monteiro diz que sua principal preocupação é com a violência. Ele explica que optará por Bolsonaro, caso Lula não concorra, porque se identifica com a proposta do deputado de facilitar o acesso a armas.

“Ele falou que o cidadão de bem vai poder comprar a arma e tirar o porte. Hoje em dia, quem pode andar armado é bandido e polícia. Se a pessoa invade a casa da gente, ele amarra todo mundo e faz o que quer. Se o bandido souber que pode ter arma na casa das pessoas, ele vai agir diferente”, diz o motorista de 51 anos.

A pesquisadora em ciência política Carolina de Paula, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), reforça que segurança e emprego serão alguns dos temas centrais nas eleições, e que Bolsonaro pode captar eleitores de Lula mais vulneráveis aos efeitos do aumento da criminalidade.

“O eleitorado do Bolsonaro precisa ser pensado de forma mais heterogênea. Não é só um eleitorado conservador. É uma pessoa que está insatisfeita, que quer mudança e que se preocupa com a violência e o desemprego”, diz.

“É uma pessoa que sente que o Brasil piorou, está descrente com a política e tem saudade do tempo de Lula. Essa pessoa votaria no ex-presidente na esperança de voltar a este tempo. E migraria o voto para Bolsonaro também com essa expectativa de mudança.”

E para onde vão os outros votos de Lula?

Os cientistas políticos alertam que os padrões de transferência de voto podem mudar com o começo da propaganda eleitoral na TV e quando Haddad for apresentado oficialmente como candidato do PT. Como a candidatura de Lula ainda será julgada pela Justiça Eleitoral, o ex-prefeito ainda é apresentado como vice na chapa.

Por enquanto, a principal beneficiária da transferência de votos de Lula é Marina – citada por 11,9% dos eleitores como alternativa de voto depois do ex-presidente.

Segundo pesquisa Datafolha divulgada na última quarta, no cenário em que Lula é substituído por Haddad, Bolsonaro passa à dianteira com 22%, seguido por Marina (16%), Ciro (10%), o tucano Geraldo Alckmin (9%), Álvaro Dias (4%) e Haddad (4%).

Segundo Carolina de Paula, por ter sido candidata à Presidência duas vezes (em 2010 e 2014), Marina é beneficiada pelo chamado “recall” – quando os eleitores optam por nomes que já conhecem. Segundo o Datafolha, depois de Lula, Marina é a candidata mais conhecida, por 93% dos entrevistados.

“A rejeição da Marina é uma das mais baixas, e o recall dela de 2014 é considerável. É a pessoa mais conhecida desse eleitorado. Como é um período em que as pessoas não viram quase nada dos programas eleitorais, elas não conhecem os candidatos”, diz a cientista política. “Muita gente cita o nome que vem à mente. Marina é mais conhecida.”

Lucio Rennó, da UnB, dá outra explicação para a transferência de votos de Lula para Marina. Segundo ele, a candidata da Rede seria capaz de agregar parcelas dos eleitores tanto de esquerda quanto os mais conservadores por adotar um discurso conciliador e ser “multifacetada”.

“A posição dela é a de achar um meio termo, de uma certa moderação. Ela tem um componente religioso que influenciou votos no passado. Foi militante do PT e tem o lado ambientalista. Essa ambivalência permite atrair eleitores com perfis distintos, tanto ideológicos quanto pragmáticos”, diz. “Por isso, Marina tem herdado parcela relevante dos votos que iriam para Lula. É uma escolha que deixa o eleitor confortável.”

Mas os especialistas também afirmam que parcela dos votos que a candidata da Rede receberia pode “derreter” – aumentando a migração para Haddad quando ele for anunciado oficialmente como o candidato de Lula e do PT.

Haddad aposta no horário da TV

O ex-prefeito de São Paulo é mencionado como opção de voto por 17,3% dos eleitores de Lula entrevistados pela pesquisa CNT/MDA.

Na prática, isso significa que o ex-presidente transferiria 6,5 pontos percentuais para o atual vice na chapa – pouco mais do que transferiria para Marina, 4,5 pontos percentuais.

Mas os cientistas políticos destacam que os resultados tendem a melhorar quando a campanha televisiva começar e Haddad for oficialmente apresentado como a “opção de Lula” para a Presidência. Segundo a pesquisa Datafolha, 30% dos eleitores do ex-presidente dizem que certamente seguiriam a indicação dele.

“Ele é muito desconhecido ainda, mas as pesquisas do Google mostram um aumento da procura pelo nome dele. E quando começar o horário eleitoral gratuito, com certeza teremos uma ideia mais clara da transferência”, diz Carolina de Paula.

Lucio Rennó ressalva, porém, que o PT terá muito mais dificuldade para emplacar o nome de Haddad do que teve para eleger Dilma presidente em 2010, um momento em que o índice de aprovação do governo Lula ultrapassava 80%.

“Tínhamos um governo bem avaliado pela população que tentava se manter no poder. Era um mesmo projeto sendo reeleito”, diz.

“Agora, o contexto é muito diferente. É um contexto de crise econômica que pode ser atribuído às políticas econômicas do PT. E você tem um candidato que foi prefeito de São Paulo com uma avaliação moderadamente negativa da população e que não foi reeleito.”

Ciro corre por fora

Principal nome da esquerda depois de Lula, Ciro foi mencionado por 9,6% dos entrevistados como alternativa no caso de o ex-presidente ser impedido de concorrer, conforme a pesquisa CNT/MDA.

Para os cientistas políticos ouvidos pela BBC News Brasil, o eleitor de Lula que migraria para o pedetista seria de esquerda e adepto de propostas voltadas à redução da desigualdade social, mas sem afinidade com o PT a ponto de votar em qualquer nome indicado pelo ex-presidente.

“É o eleitor mais à esquerda que apoia Lula, mas que não necessariamente é petista ou mesmo simpático ao PT”, diz Lucio Rennó.

“Você tem esse fenômeno de pessoas que votavam no Lula e não necessariamente simpatizavam com o partido, mas simpatizam com a agenda de redução da desigualdade. Esse eleitorado certamente tende a ser aquele que vai escolher Ciro.”

Para a pesquisadora Carolina de Paula, o eleitor que opta pelo pedetista conhece a agenda do ex-governador do Ceará e se identifica com ela por incluir bandeiras como a revisão da reforma trabalhista aprovada pelo governo Michel Temer (MDB).

“No caso do Ciro, a transferência de votos é ideológica. Ele tem posições que agradam a esquerda. Agora, ele ainda é desconhecido da maior parte dos eleitores. Quem votaria nele já o conhece, acompanha a carreira e sabe que os valores dele em termos de política e ideologia estão mais ligados à esquerda.”

Transferência aos demais candidatos

De acordo com a pesquisa CNT/MDA, os demais candidatos receberiam apenas um valor residual de votos de Lula – um percentual baixo a ponto de se enquadrar na margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Dos entrevistados, 3,7% disseram que se Lula não concorresse votariam em Geraldo Alckmin; 0,8% em Guilherme Boulos; 0,7% em Álvaro Dias; e 0,7%, em Henrique Meirelles.

“A gente precisa tomar muito cuidado com esses números muito baixos porque a gente não tem como afirmar se são diferentes de zero”, alerta o professor da UnB Lucio Rennó, para quem Alckmin dificilmente herdaria votos de Lula.

“Transferência de Lula para Alckmin é pouco provável, até porque os locais de votação onde eles disputam votos são distintos”, afirma.

BBC
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários

O candidato a vice-presidente Fernando Haddad é definido por integrantes de parte da cúpula do PT como ‘Dilma de calças’. Trata-se de uma referência ao estilo desastroso de gestão e falta de jogo de cintura política da presidente cassada Dilma Rousseff. 

Na avaliação de dirigentes da sigla, principalmente os alinhados à tendência majoritária Construindo um Novo Brasil (CNB), tanto Haddad quanto Dilma são ‘incontroláveis’.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários


O candidato à deputado federal, Kerinho Alves (PDT), firmou parceria no Agreste, na grande Natal e em outras regiões do estado com o candidato a deputado estadual, Kleber Rodrigues (AVANTE), para o pleito deste ano.

"Grande é minha alegria em poder caminhar ao lado de Kleber, um filho dedicado do Agreste, um amigo pra todas as horas, homem sério, competente e que dará grandes contribuições ao Rio Grande do Norte na Assembléia Legislativa." Afirmou Kerinho.

Blog do Rudimar Ramon
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários

O candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL), entrevistado ontem pelo Jornal Nacional, da TV Globo, ganhou 175.031 novos seguidores em seus perfis no Facebook, Twitter, Instagram e YouTube em um intervalo de apenas 24 horas. Os dados foram levantados pela consultoria Bites, especializada em monitoramento de atividades nas redes.

Segundo o estudo, ao qual o InfoMoney teve acesso, o saldo da entrevista de Bolsonaro ao telejornal de maior audiência do País corresponde a sete vezes as conquistas de Geraldo Alckmin (PSDB) nos últimos 30 dias e quatro vezes as de Marina Silva (Rede) no mesmo período.

O movimento gerado foi tamanho que a hashtag #bolsonaronojornalnacional ocupou os trending topics do Twitter no Brasil por 16 horas, sendo 11 delas antes mesmo de o telejornal ir ao ar. Bolsonaro terminou o dia com 909 mil referências neste microblog. Só para se ter uma ideia, Ciro Gomes (PDT) teve 40 mil menções no dia anterior, quando abriu a série de entrevistas com presidenciáveis no Jornal Nacional.

No YouTube, três vídeos publicados nesta quarta-feira já alcançaram 3,1 milhões de visualizações. No Google Brasil, o deputado viu o interesse dos internautas em buscas crescer seis vezes em relação à sua média dos últimos 12 meses. Em uma escala que vai de 0 a 100, Bolsonaro obteve ontem uma média de 25. Lula teve 3,2.

“A entrevista provocou grande perturbação junto à opinião pública digital e reforçou ainda mais a força do candidato no mundo digital, com impactos concretos nos resultados das próximas pesquisas eleitorais”, observaram os analistas da Bites.

“A premissa de que a Internet e as redes sociais funcionarão como caixa de ressonância da TV ficou evidente nessa terça-feira. Um candidato com grande ativo digital, líder nas pesquisas sem Lula, conseguiu mover a rede em sua direção. Tanto para ações positivas como reações negativas”, complementaram.

A expectativa dos analistas é que Bolsonaro mantenha seu atual patamar de intenções de voto nas pesquisas, com variações dentro da margem de erro. Com pouco tempo de televisão e estrutura partidária, o deputado deve usar o capital digital de que dispõe para fazer frente aos ataques que tende a sofrer de adversários, como o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin.

Apesar do desempenho considerado positivo do candidato, um dos episódios mais comentados foi visto como ponto negativo em sua participação no Jornal Nacional. No desentendimento com a jornalista Renata Vasconcellos, o estudo mostra que, aos olhos dos internautas, Bolsonaro protagonizou situação semelhante àquele atrito com Marina Silva no debate da RedeTV!. A situação, porém, foi pouco explorada por adversários até o momento

InfoMoney
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
O Índice Band apresenta pela primeira vez nestas eleições a média das pesquisas para presidente da República. O levantamento considera apenas os votos válidos e revela qual seria o resultado da disputa neste momento e representa uma média de todas as pesquisas registradas divulgadas até o momento.

O resultado foi divulgado na última segunda(27).

Em 2014, o índice acertou o resultado do pleito presidencial no primeiro e segundo turno da eleição.

Confira:

Cenário com Lula:



Cenário sem Lula:


Share
Tweet
Pin
Share
No comentários

Pelo menos 8 a cada 10 venezuelanos que entraram no Brasil por Pacaraima (RR) desde junho manifestaram intenção de ir para outras regiões do país com ajuda da operação do governo federal. O dado faz parte de relatório do centro de triagem de Pacaraima e leva em conta 7.015 pessoas que foram acolhidas na fronteira de 18 de junho a 12 de agosto.

A cidade enfrenta uma crise migratória e foi palco de confronto no último fim de semana. O governo anunciou o envio de 120 integrantes da Força Nacional para o local.

Apesar de a equipe do presidente Michel Temer ter defendido que é ilegal a possibilidade de fechar a fronteira do Brasil com a Venezuela, o senador Romero Jucá (MDB-RR), líder do governo no Senado, declarou que propôs ao Palácio do Planalto a "suspensão temporária" da fronteira com a Venezuela em Pacaraima.
Um raio-x das pessoas que entraram pela fronteira de Pacaraima no período, o relatório mostra que 70% dos venezuelanos têm pelo menos o ensino médio completo. Mostra, ainda, que as principais experiências de trabalho são: vendedor (10%), construção civil (9%), trabalho doméstico (6%), cozinheiros (6%), cabeleireiros e esteticistas (3%).

Em relação ao estado civil, a maioria dessas pessoas é solteira (57%). Outros 27% têm união estável, 15% são casados e 1% fez divórcio. O ingresso de homens (61%) foi maior que o de mulheres (39%). A maioria tem até 45 anos -acima dessa faixa há apenas 16%. Dos mais de 7 mil imigrantes registrados no período, há 110 gestantes, 119 são pessoas com deficiência, 44 são idosos desacompanhados e 30 têm doenças graves.

O governo brasileiro informou que a política de interiorização dos venezuelanos será intensificada, mas tem enfrentado dificuldade para fazer a transferência, que está mais lenta do que o esperado.
Com informações da Folhapress.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Em entrevista concedida nesta segunda-feira (27) a rádio 95 FM, o candidato ao Senado Geraldo Melo (PSDB) apresentou ideias, posicionamento e respondeu às perguntas dos ouvintes. Durante a conversa, Geraldo enfatizou que temas como segurança pública, aumento da violência e combate à corrupção serão priorizados durante o seu mandato, caso seja eleito, e explicou os motivos que o fizeram retornar à política.

“Não estamos satisfeitos com o Brasil, ninguém está. Eu estou disposto a trabalhar. Tenho experiência, conhecimento e disposição para lutar e colaborar para melhorar a atual situação. Quero dar minha contribuição na construção de um país novo. É hora de todo cidadão brasileiro se mover, e também pensar como melhorar nosso Estado e país. Se o povo me der essa oportunidade eu vou poder trabalhar, sobretudo, nas áreas de segurança pública e do combate a corrupção. Não podemos ficar de braços cruzados”, disse Geraldo.

Geraldo também relembrou sua trajetória política, destacando sua atuação e conduta enquanto esteve governador do Rio Grande do Norte e Senador da Republica. “Eu gosto de dizer que tenho as mãos limpas. Por onde passei cumpri meu dever. Eu não tenho nada em minha vida pública que preciso esconder de ninguém,” enfatizou.

Durante a entrevista, Geraldo foi questionado sobre projetos em relação a criação de emprego e renda, e apresentou campos essenciais que devem ser discutidos para fortalecer a economia do Estado. "O sistema econômico é quem deve criar empregos. Aqui no Rio Grande do Norte, por exemplo, somos produtores de petróleo, eu defendo a cobrança do ICMS no estado produtor. Também, somos, hoje, grandes exportadores de energia eólica. É necessário fortalecer este setor, pois é esta atividade que fixa agricultor no interior e gera empregos de maneira difusa em todo o Estado”, explicou Geraldo, reafirmando que vai defender e debater medidas que garantam a reativação da receita tributária do Estado e colaborem para o equilíbrio fiscal, melhorando as fontes de renda do Estado e a oferta de empregos aos norte-rio-grandenses.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
De 27 de agosto a 01 de setembro, a Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, por meio da Fundação Cultural Dona Militana, realiza o 1º Festival de Teatro Pedro Miranda. A mostra tem o objetivo de oportunizar aos artistas cênicos da cidade, o fomento a novas criações na área de dramaturgia e encenação, contribuindo para a renovação da linguagem teatral do município.

O evento conta com uma vasta programação: apresentações de grupos teatrais (que, logo após se apresentarem, irão apresentar ao público sobre o processo de concepção e montagem dos trabalhos), oficinas e debates sobre o cenário cultural são-gonçalense.

A abertura oficial do Festival acontece no dia 27 (segunda-feira), às 19h, no Teatro Municipal Poti Cavalcanti, no centro da cidade.


Confira a programação completa:

27 DE AGOSTO DE 2018

19h – Abertura oficial
20h – Espetáculo convidado – A FARSA DO PODER – Grupo Ribalta em Pauta
21h30 – Coquetel de lançamento do 1º FESTIVAL DE TEATRO PEDRO MIRANDA – Voz e violão (artista local)

28 DE AGOSTO DE 2018

10h às 12h – Oficina – VIVÊNCIA TEATRAL – Professora Ivonete Albano
14h às 16h – Oficina – PERCUSSÃO SUSTENTÁVEL – Professor Marcio Ricelli
19h30 – Apresentação do 1º espetáculo da mostra – OS OLHOS DO PRECONCEITO – Grupo de Teatro Seis Mestre
– Ao término do espetáculo, explanação do grupo sobre processo de concepção e montagem, com debate aberto ao público.

29 DE AGOSTO DE 2018

10h às 12h – Oficina – VIVÊNCIA TEATRAL – Professora Ivonete Albano;
14h às 16h – Oficina – CONCEPÇÃO CORPORAL PARA O TEATRO – Coreógrafo Dimas Carlos;
19h30 – Apresentação do 2º espetáculo da mostra – LÁGRIMAS DO CANAVIAL – Cia de Comédia Loucos.com;
– Ao término do espetáculo, explanação do grupo sobre processo de concepção e montagem, com debate aberto ao público.

30 DE AGOSTO DE 2018

10h às 12h – Oficina – VIVÊNCIA TEATRAL – Professora Ivonete Albano;
14h às 16h – Oficina – OFICINA DE MAQUIAGEM – Maquiador artístico Júnior Minhoca (Shakira);
19h30 – Apresentação do 4º espetáculo da mostra – NUM PAÍS, AS MARAVILHAS DE ALICE – Grupo Teatral Trakinos D’lart;
– Ao término do espetáculo, explanação do grupo sobre processo de concepção e montagem, com debate aberto ao público.

31 DE AGOSTO DE 2018

10h às 12h – Oficina – VIVÊNCIA TEATRAL – Professora Ivonete Albano;
14h às 16h – Oficina – OFICINA DE MÁSCARAS E ADEREÇOS – Artista plástico Núbia Albuquerque;
19h30 – Apresentação do 3º espetáculo da mostra – TRAJETO NEGRO – Grupo Teatral Cangaia;
– Ao término do espetáculo, explanação do grupo sobre processo de concepção e montagem, com debate aberto ao público.

01 DE SETEMBRO DE 2018

10h às 12h – Avaliação do festival com todos os grupos e encaminhamentos para a 2º festival;
14h às 16h – Mesa redonda – A IMPORTÂNCIA DO TEATRO NO COTIDIANO – convidados;
19h – Espetáculo convidado – APARECEU A MARGARIDA – João Antônio Vale;
20h30 – Entrega de premiação;
21h – Show de encerramento – ISAQUE GALVÃO – Hall do Teatro.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
O agora candidato a Deputado Estadual Kleber Rodrigues (Avante) dará continuidade ao trabalho que vinha fazendo, com visitas às lideranças políticas espalhadas em todas as regiões do estado. Mas será neste domingo (19) o pontapé inicial e oficial de sua campanha. O primeiro evento será um "adesivaço" de veículos da Região Agreste e o local não poderia ser outro, Monte Alegre a terra de seu pai, o prefeito Severino Rodrigues. Uma grande quantidade de veículos deverá passar pela cidade, vindos dos municípios mais próximos. O evento está previsto para iniciar às 09 da manhã.


É a partir do Ageste que Kleber pretende projetar sua campanha para todo o estado, onde já tem grandes lideranças em todas as regiões. O jovem empresário entrou para o meio político seguindo a mesma linha de raciocínio do pai, que diz ser possível fazer uma política diferenciada, honrando com os compromissos e tratando o dinheiro público com responsabilidade. Severino é um dos gestores mais bem avaliados do estado e acredita que Kleber pode ajudar nessa mudança política também no meio parlamentar.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Principal adversário político da família Dantas em São José de Mipibú, que inclui o prefeito Arlindo Dantas, o vice-governador Fábio Dantas e a deputada estadual Cristiane Dantas, Kerinho lança sua candidatura à Deputado Federal pelo PDT e defende o nome de Kleber Rodrigues como seu candidato à Estadual.


Kerinho é ex-vereador de São José de Mipibú, onde foi também presidente da câmara durante um de seus mandatos e se tornou o grande nome da oposição em uma cidade com 30 mil eleitores. Sozinho e com a ajuda de amigos, em 2016 Kerinho assustou a família Dantas que há muitos anos está no poder, obtendo uma quantidade de votos inesperada, foram quase 10 mil votos contra 12 mil do então prefeito Arlindo Dantas, tendo ao seu lado os maiores nomes da política municipal, além de sua nora deputada e seu filho vice-governador.

Foi uma façanha e tanto, por isso Kerinho disponibilizou seu nome para, neste ano, entrar na disputa por uma das vagas de deputado federal do estado. Seu conhecimento não se limita apenas à Mipibú, Kerinho tem bases em cidades da Região Agreste e afirma que os votos de seus eleitores são votos casados, Kerinho para Federal e Kleber Rodrigues para Estadual. Vamos acompanhar a caminha do Federal do Agreste.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários

A campanha nacional vai até 31 de Agosto, mas o dia "D" acontecerá neste sábado (18), onde os postos de vacinação deverão está abertos normalmente para a administração das vacinas em crianças de 1 ano a menores de 5 anos de idade.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Imagem YouTube
No debate que a Band Natal realizou na noite dessa quinta-feira (16) com os candidatos ao governo do RN, o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, renegou a trajetória e o sobrenome de Alves.

Referido pelos adversários pelo nome em que fez política, Carlos Eduardo logo mostrou incômodo com a referência, afirmando que, apesar de ser Alves, tinha sua própria história. Na edição eleitoral desde ano, o palanque de 2014 que foi rejeitado pela população se reedita pelo nome do ex-prefeito de Natal.

Com o temperamento que lhe é peculiar, as derrapagens logo apareceram. Ao se referir a Breno Queiroga, preferiu o chamar de candidato do Solidariedade. Não sabia seu nome.

Nos bastidores, ao ser abordado pela jornalista Thaisa Galvão, disse que não concede entrevistas a blog. Só falou, então, depois que foi alertado pelo vice, Kadu Ciarlini, de que a jornalista estava transmitindo ao vivo. Foi então que ele ensaiou algumas palavras sobre sua expectativa para o debate.

Ao se dirigir ao jornalista Diógenes Dantas, Carlos Eduardo, que tanto brigou no início do programa para esclarecer a questão do sobrenome, deu ao diretor do nominuto.com outra referência: Diógenes da Cunha.

No debate, mostrou seu desconhecimento para além de Natal ao transportar entre duas cidades uma das maiores intervenções hídricas do RN e do Nordeste, a barragem de Oiticica. Situada em Jucurutu, saiu da boca do ex-prefeito de Natal como endereçada em Caicó.

As tolices teriam passadas despercebidas se cometidas por Heron Bezerra (PRTB), mas esse não tem a experiência e o currículo que o ex-prefeito de Natal carrega como credencial para a disputa deste ano.

Via Blog do BG
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Newer Posts
Older Posts
  • Home
  • About
  • Contact
    • Category
    • Category
    • Category
  • Shop
  • Advertise

FARMÁCIA DO TRABALHADOR

FARMÁCIA DO TRABALHADOR
Rosa dos Ventos - Parnamirim

ESTE É O ESPAÇO DA SUA EMPRESA

ESTE É O ESPAÇO DA SUA EMPRESA

MOTO SEGURA

MOTO SEGURA

Follow Us

  • facebook
  • twitter
  • instagram
  • Google+
  • pinterest
  • youtube

Sua Visita Está Registrada Aqui

recent posts

Sponsor

Facebook

Blog Archive

  • junho 2020 (1)
  • maio 2020 (20)
  • abril 2020 (11)
  • março 2020 (17)
  • fevereiro 2020 (11)
  • janeiro 2020 (14)
  • dezembro 2019 (23)
  • novembro 2019 (51)
  • outubro 2019 (101)
  • setembro 2019 (81)
  • agosto 2019 (61)
  • julho 2019 (16)
  • junho 2019 (56)
  • maio 2019 (54)
  • abril 2019 (52)
  • março 2019 (46)
  • fevereiro 2019 (62)
  • janeiro 2019 (52)
  • dezembro 2018 (65)
  • novembro 2018 (34)
  • outubro 2018 (4)
  • setembro 2018 (1)
  • agosto 2018 (58)
  • julho 2018 (55)
  • junho 2018 (29)
  • maio 2018 (28)
  • abril 2018 (24)
  • março 2018 (28)
  • fevereiro 2018 (8)
  • janeiro 2018 (48)
  • dezembro 2017 (15)
  • novembro 2017 (10)
  • outubro 2017 (12)
  • setembro 2017 (10)
  • agosto 2017 (27)
  • julho 2017 (6)
  • junho 2017 (1)
  • maio 2017 (7)
  • abril 2017 (13)
  • março 2017 (41)
  • fevereiro 2017 (48)
  • janeiro 2017 (90)
  • dezembro 2016 (19)
  • novembro 2016 (56)
  • outubro 2016 (42)
  • agosto 2016 (2)
  • julho 2016 (14)
  • junho 2016 (3)
  • maio 2016 (18)
  • abril 2016 (11)

Created with by ThemeXpose | Distributed by Blogger Templates