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DIÁRIO DO AGRESTE


Eleita governadora do Rio Grande do Norte neste domingo (28), Fátima Bezerra (PT) ainda não sabe se terá maioria na Assembleia Legislativa quando começar seu mandato em 1º de janeiro de 2019. Dos 24 deputados que irão compor o parlamento estadual em 2019, metade esteve com a petista desde o início da campanha ou passou a apoiá-la no segundo turno.


Dos demais, oito eleitos fizeram campanha a favor de outros candidatos derrotados ao governo e até então permanecem como oposição e quatro declararam que irão manter uma postura de independência ou de neutralidade.

Confira a lista:

Apoio

Isolda Dantas (PT)
Francisco do PT (PT)
Kleber Rodrigues (Avante)
Eudiane Macedo (PTC)
Ubaldo Fernandes (PTC)
Sandro Pimentel (Psol)
Ezequiel (PSDB)
Raimundo Fernandes (PSDB)
Galeno Torquato (PSD)
Vivaldo Costa (PSD)
George Soares (PR)
Souza (PHS)

Oposição

Coronel Azevedo (PSL)
Dr. Bernardo (Avante)
Gustavo Carvalho (PSDB)
Tomba Farias (PSDB)
Hermano Morais (MDB)
Getúlio Rêgo (DEM)
Albert Dickson (PROS)
José Dias (PSDB)

Independência ou neutralidade

Kelps (Solidariedade)
Allyson Bezerra (Solidariedade)
Nelter Queiroz (MDB)
Cristiane Dantas (PPL)

G1 RN
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Pré-candidato a prefeito na cidade de São José de Mipibú e ex-presidente da câmara, Kerinho Alves (PDT) publicou nota em sua rede social parabenizando o deputado eleito Kleber Rodrigues por sua liderança no Agreste que ajudou na grande votação da governadora eleita Fátima Bezerra. Kleber Rodrigues fará parte do bloco da governadora na Assembleia Legislativa


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O prefeito Severino Rodrigues de Monte Alegre saiu das eleições deste ano como grande vitorioso. Além de eleger seu filho, o Deputado Estadual Kleber Rodrigues, seu trabalho surtiu efeitos também na eleições para governo do estado. No primeiro turno Robinson Faria obteve maioria dos votos na cidade, sendo uma das poucas cidades onde o atual governador obteve este êxito, foram 3.887 votos.


Já no segundo turno, Severino conseguiu transferir os votos de Robinson para Fátima. A governadora eleita obteve 7.247 votos, uma maioria de 2.553 votos sobre Carlos Eduardo Alves.


Em tempo, Kleber Rodrigues é o deputado com a maior votação da história de Monte Alegre, foram 5.755 votos, mesmo na cidade havendo uma segunda candidata, a vereadora de Natal Nina Souza.
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Foi um período extremamente puxado, mas com resultados satisfatórios. Em razão de posicionamento pessoal, empenho e dedicação em defesa de um nome na corrida política deste ano e em respeito aos nossos leitores, decidimos manter o blog em standy by, ausente durante este período.

Mas voltamos e buscaremos a partir de então sermos o mais coerente e imparcial possível, informando com clareza, transmitindo a notícia com franqueza e tentando fazer sempre o melhor.

Nosso blog está de cara nova, com patrocínios novos, com objetivos novos e comprometido com a verdade. Então vamos lá. Vida que segue!


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O Teatro Porto de Ama em Macau lotou na noite desta quinta-feira (06) para receber a presença do candidato a deputado estadual Kleber Rodrigues. O encontro foi marcado pela ex-vereadora Magali Marcelino, hoje uma das grandes lideranças do município.


Magali acredita no novo para Macau e para o Rio Grande do Norte, por isso está colocando em jogo todo o seu conhecimento político no município em prol das candidaturas de Kleber Rodrigues para estadual e Karla Veruska para Federal, dois nomes novos na política potiguar.


Kleber ficou muito satisfeito com a recepção e pretende voltar a Macau antes do pleito de 07 de Outubro. Kleber acredita no potencial de Magali e vê na ex-vereadora grande potencial político no município.
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Um defende facilitar o porte de armas para todos, diminuir a maioridade penal e priorizar relações diplomáticas do Brasil com Israel, Estados Unidos e Europa. O outro quer reduzir a presença de armamentos em todo o país, fazer com que a pena de prisão só valha para crimes graves e propõe retomar o foco da política externa na América do Sul e África.

Em termos de propostas políticas, Jair Bolsonaro (PSL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão em lados opostos na disputa eleitoral. Mas Marcos Alberto Monteiro, de 51 anos, está disposto a saltar de um “extremo ao outro” na eleição presidencial de outubro. E ele não é o único – integra os 6,2% de eleitores do petista entrevistados pela última pesquisa CNT/MDA que dizem que migrariam o voto para o deputado caso a candidatura do ex-presidente seja cassada com base na Lei da Ficha Limpa.

Motorista há 23 anos, Monteiro nasceu na Paraíba e atualmente mora em Brasília. Argumenta que tem simpatia pelo ex-presidente porque sua família, que mora no interior da Paraíba, melhorou de vida durante os dois mandatos do petista.

“Todo mundo ficou com televisão e internet em Catolé do Rocha. E botaram energia em todos os sítios”, justifica. Durante os dois mandatos de Lula (2003 a 2010), anos de crescimento econômico na América Latina como um todo, foram adotadas medidas de acesso ao crédito e estímulo ao consumo interno, além de programas de transferência de renda.

Mas Monteiro deixa claro que gosta especificamente de Lula – não tem simpatia especial pelo PT, não se considera de esquerda e acha que a situação do país voltou a piorar durante o governo Dilma Rousseff.

“Eu voto na pessoa dele (Lula). Não é o partido. Se ele indicar outra pessoa, eu já não voto. Se Lula não for candidato, eu voto no Bolsonaro”, afirmou à BBC News Brasil.

Na última pesquisa CNT/MDA, divulgada no último dia 22, os entrevistados que tinham Lula como primeira opção foram questionados sobre em quem votariam caso o ex-presidente seja impedido de concorrer, sendo substituído pelo ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), atual vice na chapa.

Nesse cenário, metade dos eleitores de Lula entrevistados se disseram indecisos ou inclinados a votar em branco/nulo. Da outra metade, 17,3% votariam em Haddad, 11,9% iriam para Marina Silva (Rede), 9,6% apostariam em Ciro Gomes (PDT) e 6,2% responderam que, se o líder petista não concorresse, migrariam o voto para Bolsonaro. Na prática, o deputado do PSL ganharia 2,3 pontos percentuais.

O que explica essa migração de votos de um candidato visto como de esquerda para outro de direita?

Voto não-ideológico e preocupação com a violência nas ruas

Cientistas políticos ouvidos pela BBC News Brasil afirmam que há uma lógica por trás da migração de eleitores de Lula para Bolsonaro.

Segundo o professor da Universidade de Brasília (UnB) Lucio Rennó, o perfil desse eleitor é o de pessoas de classe média e classe média baixa que sentiram melhorias no governo Lula, mas que não são de esquerda, nem têm compromisso de lealdade com o PT.

Ao mesmo tempo em que enxerga no ex-presidente a lembrança de tempos melhores, essa parcela do eleitorado se identifica com o discurso de Bolsonaro em prol da “ordem” e da “tolerância zero” com o crime.

“É uma parcela do eleitorado que vive nas periferias e que está descontente com a classe política por conta dos escândalos de corrupção e dos altos níveis de violência que afetam, principalmente, as áreas periféricas”, diz Rennó.

“Quem tem conseguido dialogar diretamente com esse eleitorado é Jair Bolsonaro. Ele fala a língua desse eleitorado e faz isso com naturalidade.”

O perfil de quem migraria de Lula para o Bolsonaro é diferente daquele dos eleitores cativos do deputado que, segundo as pesquisas de opinião, são sobretudo pessoas com ensino superior e renda alta.

Morador de Taguatinga – região administrativa de Brasília com 250 mil habitantes –, Marcos Alberto Monteiro diz que sua principal preocupação é com a violência. Ele explica que optará por Bolsonaro, caso Lula não concorra, porque se identifica com a proposta do deputado de facilitar o acesso a armas.

“Ele falou que o cidadão de bem vai poder comprar a arma e tirar o porte. Hoje em dia, quem pode andar armado é bandido e polícia. Se a pessoa invade a casa da gente, ele amarra todo mundo e faz o que quer. Se o bandido souber que pode ter arma na casa das pessoas, ele vai agir diferente”, diz o motorista de 51 anos.

A pesquisadora em ciência política Carolina de Paula, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), reforça que segurança e emprego serão alguns dos temas centrais nas eleições, e que Bolsonaro pode captar eleitores de Lula mais vulneráveis aos efeitos do aumento da criminalidade.

“O eleitorado do Bolsonaro precisa ser pensado de forma mais heterogênea. Não é só um eleitorado conservador. É uma pessoa que está insatisfeita, que quer mudança e que se preocupa com a violência e o desemprego”, diz.

“É uma pessoa que sente que o Brasil piorou, está descrente com a política e tem saudade do tempo de Lula. Essa pessoa votaria no ex-presidente na esperança de voltar a este tempo. E migraria o voto para Bolsonaro também com essa expectativa de mudança.”

E para onde vão os outros votos de Lula?

Os cientistas políticos alertam que os padrões de transferência de voto podem mudar com o começo da propaganda eleitoral na TV e quando Haddad for apresentado oficialmente como candidato do PT. Como a candidatura de Lula ainda será julgada pela Justiça Eleitoral, o ex-prefeito ainda é apresentado como vice na chapa.

Por enquanto, a principal beneficiária da transferência de votos de Lula é Marina – citada por 11,9% dos eleitores como alternativa de voto depois do ex-presidente.

Segundo pesquisa Datafolha divulgada na última quarta, no cenário em que Lula é substituído por Haddad, Bolsonaro passa à dianteira com 22%, seguido por Marina (16%), Ciro (10%), o tucano Geraldo Alckmin (9%), Álvaro Dias (4%) e Haddad (4%).

Segundo Carolina de Paula, por ter sido candidata à Presidência duas vezes (em 2010 e 2014), Marina é beneficiada pelo chamado “recall” – quando os eleitores optam por nomes que já conhecem. Segundo o Datafolha, depois de Lula, Marina é a candidata mais conhecida, por 93% dos entrevistados.

“A rejeição da Marina é uma das mais baixas, e o recall dela de 2014 é considerável. É a pessoa mais conhecida desse eleitorado. Como é um período em que as pessoas não viram quase nada dos programas eleitorais, elas não conhecem os candidatos”, diz a cientista política. “Muita gente cita o nome que vem à mente. Marina é mais conhecida.”

Lucio Rennó, da UnB, dá outra explicação para a transferência de votos de Lula para Marina. Segundo ele, a candidata da Rede seria capaz de agregar parcelas dos eleitores tanto de esquerda quanto os mais conservadores por adotar um discurso conciliador e ser “multifacetada”.

“A posição dela é a de achar um meio termo, de uma certa moderação. Ela tem um componente religioso que influenciou votos no passado. Foi militante do PT e tem o lado ambientalista. Essa ambivalência permite atrair eleitores com perfis distintos, tanto ideológicos quanto pragmáticos”, diz. “Por isso, Marina tem herdado parcela relevante dos votos que iriam para Lula. É uma escolha que deixa o eleitor confortável.”

Mas os especialistas também afirmam que parcela dos votos que a candidata da Rede receberia pode “derreter” – aumentando a migração para Haddad quando ele for anunciado oficialmente como o candidato de Lula e do PT.

Haddad aposta no horário da TV

O ex-prefeito de São Paulo é mencionado como opção de voto por 17,3% dos eleitores de Lula entrevistados pela pesquisa CNT/MDA.

Na prática, isso significa que o ex-presidente transferiria 6,5 pontos percentuais para o atual vice na chapa – pouco mais do que transferiria para Marina, 4,5 pontos percentuais.

Mas os cientistas políticos destacam que os resultados tendem a melhorar quando a campanha televisiva começar e Haddad for oficialmente apresentado como a “opção de Lula” para a Presidência. Segundo a pesquisa Datafolha, 30% dos eleitores do ex-presidente dizem que certamente seguiriam a indicação dele.

“Ele é muito desconhecido ainda, mas as pesquisas do Google mostram um aumento da procura pelo nome dele. E quando começar o horário eleitoral gratuito, com certeza teremos uma ideia mais clara da transferência”, diz Carolina de Paula.

Lucio Rennó ressalva, porém, que o PT terá muito mais dificuldade para emplacar o nome de Haddad do que teve para eleger Dilma presidente em 2010, um momento em que o índice de aprovação do governo Lula ultrapassava 80%.

“Tínhamos um governo bem avaliado pela população que tentava se manter no poder. Era um mesmo projeto sendo reeleito”, diz.

“Agora, o contexto é muito diferente. É um contexto de crise econômica que pode ser atribuído às políticas econômicas do PT. E você tem um candidato que foi prefeito de São Paulo com uma avaliação moderadamente negativa da população e que não foi reeleito.”

Ciro corre por fora

Principal nome da esquerda depois de Lula, Ciro foi mencionado por 9,6% dos entrevistados como alternativa no caso de o ex-presidente ser impedido de concorrer, conforme a pesquisa CNT/MDA.

Para os cientistas políticos ouvidos pela BBC News Brasil, o eleitor de Lula que migraria para o pedetista seria de esquerda e adepto de propostas voltadas à redução da desigualdade social, mas sem afinidade com o PT a ponto de votar em qualquer nome indicado pelo ex-presidente.

“É o eleitor mais à esquerda que apoia Lula, mas que não necessariamente é petista ou mesmo simpático ao PT”, diz Lucio Rennó.

“Você tem esse fenômeno de pessoas que votavam no Lula e não necessariamente simpatizavam com o partido, mas simpatizam com a agenda de redução da desigualdade. Esse eleitorado certamente tende a ser aquele que vai escolher Ciro.”

Para a pesquisadora Carolina de Paula, o eleitor que opta pelo pedetista conhece a agenda do ex-governador do Ceará e se identifica com ela por incluir bandeiras como a revisão da reforma trabalhista aprovada pelo governo Michel Temer (MDB).

“No caso do Ciro, a transferência de votos é ideológica. Ele tem posições que agradam a esquerda. Agora, ele ainda é desconhecido da maior parte dos eleitores. Quem votaria nele já o conhece, acompanha a carreira e sabe que os valores dele em termos de política e ideologia estão mais ligados à esquerda.”

Transferência aos demais candidatos

De acordo com a pesquisa CNT/MDA, os demais candidatos receberiam apenas um valor residual de votos de Lula – um percentual baixo a ponto de se enquadrar na margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Dos entrevistados, 3,7% disseram que se Lula não concorresse votariam em Geraldo Alckmin; 0,8% em Guilherme Boulos; 0,7% em Álvaro Dias; e 0,7%, em Henrique Meirelles.

“A gente precisa tomar muito cuidado com esses números muito baixos porque a gente não tem como afirmar se são diferentes de zero”, alerta o professor da UnB Lucio Rennó, para quem Alckmin dificilmente herdaria votos de Lula.

“Transferência de Lula para Alckmin é pouco provável, até porque os locais de votação onde eles disputam votos são distintos”, afirma.

BBC
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O candidato a vice-presidente Fernando Haddad é definido por integrantes de parte da cúpula do PT como ‘Dilma de calças’. Trata-se de uma referência ao estilo desastroso de gestão e falta de jogo de cintura política da presidente cassada Dilma Rousseff. 

Na avaliação de dirigentes da sigla, principalmente os alinhados à tendência majoritária Construindo um Novo Brasil (CNB), tanto Haddad quanto Dilma são ‘incontroláveis’.
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O candidato à deputado federal, Kerinho Alves (PDT), firmou parceria no Agreste, na grande Natal e em outras regiões do estado com o candidato a deputado estadual, Kleber Rodrigues (AVANTE), para o pleito deste ano.

"Grande é minha alegria em poder caminhar ao lado de Kleber, um filho dedicado do Agreste, um amigo pra todas as horas, homem sério, competente e que dará grandes contribuições ao Rio Grande do Norte na Assembléia Legislativa." Afirmou Kerinho.

Blog do Rudimar Ramon
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O candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL), entrevistado ontem pelo Jornal Nacional, da TV Globo, ganhou 175.031 novos seguidores em seus perfis no Facebook, Twitter, Instagram e YouTube em um intervalo de apenas 24 horas. Os dados foram levantados pela consultoria Bites, especializada em monitoramento de atividades nas redes.

Segundo o estudo, ao qual o InfoMoney teve acesso, o saldo da entrevista de Bolsonaro ao telejornal de maior audiência do País corresponde a sete vezes as conquistas de Geraldo Alckmin (PSDB) nos últimos 30 dias e quatro vezes as de Marina Silva (Rede) no mesmo período.

O movimento gerado foi tamanho que a hashtag #bolsonaronojornalnacional ocupou os trending topics do Twitter no Brasil por 16 horas, sendo 11 delas antes mesmo de o telejornal ir ao ar. Bolsonaro terminou o dia com 909 mil referências neste microblog. Só para se ter uma ideia, Ciro Gomes (PDT) teve 40 mil menções no dia anterior, quando abriu a série de entrevistas com presidenciáveis no Jornal Nacional.

No YouTube, três vídeos publicados nesta quarta-feira já alcançaram 3,1 milhões de visualizações. No Google Brasil, o deputado viu o interesse dos internautas em buscas crescer seis vezes em relação à sua média dos últimos 12 meses. Em uma escala que vai de 0 a 100, Bolsonaro obteve ontem uma média de 25. Lula teve 3,2.

“A entrevista provocou grande perturbação junto à opinião pública digital e reforçou ainda mais a força do candidato no mundo digital, com impactos concretos nos resultados das próximas pesquisas eleitorais”, observaram os analistas da Bites.

“A premissa de que a Internet e as redes sociais funcionarão como caixa de ressonância da TV ficou evidente nessa terça-feira. Um candidato com grande ativo digital, líder nas pesquisas sem Lula, conseguiu mover a rede em sua direção. Tanto para ações positivas como reações negativas”, complementaram.

A expectativa dos analistas é que Bolsonaro mantenha seu atual patamar de intenções de voto nas pesquisas, com variações dentro da margem de erro. Com pouco tempo de televisão e estrutura partidária, o deputado deve usar o capital digital de que dispõe para fazer frente aos ataques que tende a sofrer de adversários, como o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin.

Apesar do desempenho considerado positivo do candidato, um dos episódios mais comentados foi visto como ponto negativo em sua participação no Jornal Nacional. No desentendimento com a jornalista Renata Vasconcellos, o estudo mostra que, aos olhos dos internautas, Bolsonaro protagonizou situação semelhante àquele atrito com Marina Silva no debate da RedeTV!. A situação, porém, foi pouco explorada por adversários até o momento

InfoMoney
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O Índice Band apresenta pela primeira vez nestas eleições a média das pesquisas para presidente da República. O levantamento considera apenas os votos válidos e revela qual seria o resultado da disputa neste momento e representa uma média de todas as pesquisas registradas divulgadas até o momento.

O resultado foi divulgado na última segunda(27).

Em 2014, o índice acertou o resultado do pleito presidencial no primeiro e segundo turno da eleição.

Confira:

Cenário com Lula:



Cenário sem Lula:


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Pelo menos 8 a cada 10 venezuelanos que entraram no Brasil por Pacaraima (RR) desde junho manifestaram intenção de ir para outras regiões do país com ajuda da operação do governo federal. O dado faz parte de relatório do centro de triagem de Pacaraima e leva em conta 7.015 pessoas que foram acolhidas na fronteira de 18 de junho a 12 de agosto.

A cidade enfrenta uma crise migratória e foi palco de confronto no último fim de semana. O governo anunciou o envio de 120 integrantes da Força Nacional para o local.

Apesar de a equipe do presidente Michel Temer ter defendido que é ilegal a possibilidade de fechar a fronteira do Brasil com a Venezuela, o senador Romero Jucá (MDB-RR), líder do governo no Senado, declarou que propôs ao Palácio do Planalto a "suspensão temporária" da fronteira com a Venezuela em Pacaraima.
Um raio-x das pessoas que entraram pela fronteira de Pacaraima no período, o relatório mostra que 70% dos venezuelanos têm pelo menos o ensino médio completo. Mostra, ainda, que as principais experiências de trabalho são: vendedor (10%), construção civil (9%), trabalho doméstico (6%), cozinheiros (6%), cabeleireiros e esteticistas (3%).

Em relação ao estado civil, a maioria dessas pessoas é solteira (57%). Outros 27% têm união estável, 15% são casados e 1% fez divórcio. O ingresso de homens (61%) foi maior que o de mulheres (39%). A maioria tem até 45 anos -acima dessa faixa há apenas 16%. Dos mais de 7 mil imigrantes registrados no período, há 110 gestantes, 119 são pessoas com deficiência, 44 são idosos desacompanhados e 30 têm doenças graves.

O governo brasileiro informou que a política de interiorização dos venezuelanos será intensificada, mas tem enfrentado dificuldade para fazer a transferência, que está mais lenta do que o esperado.
Com informações da Folhapress.
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Em entrevista concedida nesta segunda-feira (27) a rádio 95 FM, o candidato ao Senado Geraldo Melo (PSDB) apresentou ideias, posicionamento e respondeu às perguntas dos ouvintes. Durante a conversa, Geraldo enfatizou que temas como segurança pública, aumento da violência e combate à corrupção serão priorizados durante o seu mandato, caso seja eleito, e explicou os motivos que o fizeram retornar à política.

“Não estamos satisfeitos com o Brasil, ninguém está. Eu estou disposto a trabalhar. Tenho experiência, conhecimento e disposição para lutar e colaborar para melhorar a atual situação. Quero dar minha contribuição na construção de um país novo. É hora de todo cidadão brasileiro se mover, e também pensar como melhorar nosso Estado e país. Se o povo me der essa oportunidade eu vou poder trabalhar, sobretudo, nas áreas de segurança pública e do combate a corrupção. Não podemos ficar de braços cruzados”, disse Geraldo.

Geraldo também relembrou sua trajetória política, destacando sua atuação e conduta enquanto esteve governador do Rio Grande do Norte e Senador da Republica. “Eu gosto de dizer que tenho as mãos limpas. Por onde passei cumpri meu dever. Eu não tenho nada em minha vida pública que preciso esconder de ninguém,” enfatizou.

Durante a entrevista, Geraldo foi questionado sobre projetos em relação a criação de emprego e renda, e apresentou campos essenciais que devem ser discutidos para fortalecer a economia do Estado. "O sistema econômico é quem deve criar empregos. Aqui no Rio Grande do Norte, por exemplo, somos produtores de petróleo, eu defendo a cobrança do ICMS no estado produtor. Também, somos, hoje, grandes exportadores de energia eólica. É necessário fortalecer este setor, pois é esta atividade que fixa agricultor no interior e gera empregos de maneira difusa em todo o Estado”, explicou Geraldo, reafirmando que vai defender e debater medidas que garantam a reativação da receita tributária do Estado e colaborem para o equilíbrio fiscal, melhorando as fontes de renda do Estado e a oferta de empregos aos norte-rio-grandenses.
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